sábado, 8 de novembro de 2008

As trincheiras

Na primeira Guerra Mundial os dois lados rivais passaram anos imobilizados sem conseguir avançar no território inimigo e os soldados habitaram durante esse impasse nas trincheiras, pois nenhum dos lados tinha força suficiente para superar as linhas de defesa do inimigo. Os campos de batalha onde ficavam as trincheiras era um lamaçal e um lugar extremamente perigoso devido á falta de condições. Muitos ganhavam doenças infecciosas e outros morriam à fome, com falta de higiene e falta de condições.Dentro das próprias trincheiras construíam capelas e rezavam, tinham até mulheres voluntárias que levavam os alimentos e assistência médica. Foi também nesta fase que muitos dos novos combates foram postos à prova.
Lizzi Costa

terça-feira, 4 de novembro de 2008

As condições de vida nas trincheiras

Com o decorrer da guerra, que no início se pensava que fosse curta, foi necessário não só atacar o inimigo como também defender-se dele. Por isso, como as armas se foram desenvolvendo, também as trincheiras onde os soldados se abrigavam tiveram de se desenvolver. Haviam vários tipos de trincheiras, todas elas interligadas; as trincheiras da linha da frente, ligadas a outras trincheiras que estavam atrás e que serviam de apoio às da frente. As trincheiras podiam atingir grande profundidade, chegando mesmo a ir até 15 metros abaixo do solo, e por isso, eram muito difíceis de destruir.
No entanto, a vida nas trincheiras estava longe de ser um luxo... Por vezes as trincheiras ficam alagadas, pois a 1ª Guerra Mundial desenrolava-se no norte da Europa, em zonas muito húmidas. Isto dificultava a deslocação dentro das trincheiras e obrigava os soldados a dormir, por vezes, nessa lama. Além disso, com a água, as trincheiras desabavam aos poucos, o que obrigava os soldados a estar maior parte do seu tempo a escavar. Os cadáveres estavam nas trincheiras. Este era apenas um dos muitos factores que dificultavam a deslocação dentro das trincheiras. O cheiro que os corpos deitavam era horrível. A comida também era um problema, embora não o devesse ser. A comida era muito má, e também era difícil comer vendo cadáveres ao lado e sentindo um cheiro horrível deles. A comida existente, além de má, também era em pouca quantidade e os biscoitos eram tão duros que tinham de ser postos sobre uma superfície lisa e serem partidos para poderem ser comidos. Se comessem carne uma vez por semana eram uns sortudos. “Imagine o que era comer dentro de trincheiras cheias de água com o cheiro dos cadáveres.” Estas foram as palavras de Richard Beasley, entrevistado em 1993, sobre a sua participação na 1ª Guerra Mundial.

Avelino Rodrigues

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A Queda da Monarquia

As razões que levaram à queda da monarquia foram:
- O aumento dos impostos;
- A inflacção;
- A ameaça do desemprego;
- Os baixos salários recebidos e, às vezes, 14 horas de trabalho diário.
Também o ultimato inglês, pelo qual a monarquia era considerada responsável, contribuiu para aumentar o descontentamento da população.
Aproveitando este descontentamento, os republicanos organizaram a 31 de Janeiro de 1891, a primeira tentativa de Implantação da República, no Porto. Os revolucionários chegaram a içar a bandeira republicana na Câmara Municipal, mas a revolta acabou por ser dominada pelas forças da guarda municipal.
Em 1910, proclamada a República, foi constituido o primeiro Governo Provisório, chefiado por Teófilo Braga, que conduziu os destinos do País até à aprovação de uma Constituição Republicana. Esta, aprovada a 21 de Agosto de 1911, adoptava o sistema liberal de divisão e independência dos três poderes e estabelecia um regime democrático parlamentar (com preponderância do poder legislativo sobre o executivo).
Algumas medidas tomadas pelo governo provisório ajudaram a marcar a diferença entre o velho e o novo regime: uma nova bandeira, um novo hino (A Portuguesa) e uma nova moeda (o Escudo).
Ao longo do período da Primeira República (1910-1926) foram tomadas outras medidas que marcaram a acção dos governos republicanos:
- Laicização do Estado;
- Financeiras;
- Sociais;
- Educativas.
Embora algumas destas medidas tivessem sido fortemente contestadas, nomeadamente por parte de Igreja Católica, os republicanos procuraram, assim, pôr em prática os seus ideais de liberdade e igualdade.

Hugo Gomes

domingo, 19 de outubro de 2008

Cinco de Outubro


O que aconteceu no dia 5 de Outubro?
No dia 5 de Outubro de 1910, uma revolta pôs fim à Monarquia.
Tudo começou na noite d e3 para 4 de Outubro, com os republicanos revoltados a quererem pôr fim à Monarquia. Estes contaram com o apoio dos populares e oficiais do Exército e da Marinha.
Ao fim de alguns confrontos com as tropas monárquicas, os revolucionários saíram a ganhar.
Na manhã do dia 5 de Outubro, à janela da Câmara Municipal de Lisboa foi anunciada a República e o presidente do novo governo provisório, Teófilo Braga.


Razões que levaram à queda da Monarquia:
- Atraso no desenvolvimento da agricultura e da indústria
- Descontentamento da população, que vivia mal
- Portugal tinha muitas dívidas
- Grande agitação e falta de liberdade
- Portugueses descontentes pelo consentimento do Ultimato
- Promessas do partido republicano


O que é a República?
É um governo que se opõe à monarquia. Em vez de ser um Rei a herdar o trono, é eleito um presidente para ocupar o cargo de Chefe de Estado, durante um determinado tempo, definido por lei.

Propostas do Partido Republicano:
Melhores condições de vida
Mudança para um regime republicano


Diferenças entre monarquia e República:
República
O Chefe de Estado é o Presidente
O Presidente é eleito pelos cidadãos ou pelos seus representantes
A duração do mandato presidencial é definida pela lei
Monarquia
O chefe de Estado é o Rei
O Rei herda o trono
O Rei governa até à morte
Renato Macedo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A Queda da Monarquia


A revolução republicana iniciou-se na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910 em Lisboa, segundo alguns dados, entre outros, por Machado Santos. Na revolução participaram desde militares e civis, à pequena burguesia e operários, que eram apoiados pelo Partido Republicano (fundado em 1876), pela Maçonaria e pela Carbonária.

Na manhã de 5 de Outubro de 1910 os revoltosos proclamaram a Republica da varanda da câmara municipal de Lisboa No mesmo dia a família real fugiu do pais e foram para a Inglaterra.

Assim os revoltosos, uma vez no poder criaram um Governo Provisório, que era presidido por Teófilo Braga, para dirigir o país, enquanto não fosse eleito o primeiro presidente da Republica.

E assim terminou a Monarquia em Portugal.
João Fernandes Silva

domingo, 5 de outubro de 2008

A Crise e a Queda da Monarquia

No tempo da Monarquia, uma grande crise política, social e económica gerou-se me Portugal em meados finais do século XIX. O povo cada vez estava mais pobre e sem condições de vida, ao contrário da burguesia, que enriquecia com a indústria, o comércio, e a agricultura. Neste tempo havia uma grandiosa desigualdade entre grupos sociais, e, para agravar a situação, a realeza gastava todo o dinheiro na melhoria do seu reino, sendo assim, o governo não conseguia melhorar as condições do povo e até muitos bancos e empresas faliram, fazendo o povo pagar mais e mais impostos, cada vez mais altos, deixando-os extremamente descontentes e impacientes. Na madrugada de 4 de Outubro de 1910, ouvem-se tiros, e os revolucionários entram em pânico. No dia seguinte, os revoltosos proclamaram a República na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, expulsando "automaticamente" a realeza para a Inglaterra, ficando Joaquim Teófilo Braga, como presidente, no Governo. Devido a isto, nos dias de hoje, temos uma vida melhor, com liberdade de expressão, e como uma República no governo do País.
Bruna Ferreira

Bruna Ferreira

A Crise e a Queda da Monarquia

Nos finais do século XIX, havia uma crise politica e económica muito grave. Em todo pais as pessoas estavam descontentes, a maior parte das pessoas estavam revoltadas com o rei.
O povo estava cada vez mais pobres e a burguesia estava cada vez mais rica.
A família real gastava o dinheiro do reino.
O governo não conseguia melhorar as condições do povo.
Muitos bancos foram à falência pois não tinham dinheiro.
No dia 4 de Outubro de 1910, instalou-se o pânico entre os revolucionários e houve tiros.
Na manhã de 5 de Outubro de 1910 os revoltosos proclamaram a Republica na varanda da câmara municipal de Lisboa. Neste mesmo dia a família real foi embora para Inglaterra e assim o governo passou a ter Joaquim Teófilo Braga como presidente.
E foi assim que aconteceu a crise e a queda da monarquia.

Sandra Pereira

sábado, 4 de outubro de 2008

A crise e queda da Monarquia

A crise começou a partir nos finais do século XIX (1890 – 1910). Foi muito grave, esta crise. A população portuguesa estava revoltada com o Rei.

Os trabalhadores estavam a ficar cada vez mais pobres. Enquanto a burguesia enriquecia com a indústria, a agricultura e o comércio. E a família real gastava o dinheiro todo do reino. Neste tempo havia uma grande diferença entre os grupos sociais uma vez que uns tinham tudo e mais alguma coisa e outros quase nada. E o governo não conseguia melhorar as condições do povo…

Empresas e bancos foram à falência, fazendo com que os governadores não ficassem muito contentes. Para se pagar os juros o povo tinha de pagar mais impostos o que não lhes agradou. Muitos trabalhadores ficaram desempregados, os que tinham trabalho o salário não dava para quase nada, enfim viviam em extrema pobreza.

No dia 4 de Outubro de 1910, passados 20 anos de madrugada ouvem-se tiros , instala-se o pânico entre os revolucionários. Já às 14.00h o governo pede ao Rei que vá para Mafra e ele obedece.

No dia seguinte, dia 5 de Outubro os revoltosos começam todos a atacar, neste dia por volta das 11.00h José Relvas, com outros revolucionários proclama a república da janela da Câmara Municipal. O governo passou a ter Joaquim Teófilo Braga como presidente.

O rei D. Manuel II partiu com a sua família para a Inglaterra!

Lília Lopes

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A Queda da Monarquia


O inicio da revolução republicana foi na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910 em Lisboa, segundo alguns dados, por Machado Santos. Juntamente com os militares e civis, a pequena burguesia e operários, também participaram as estruturas do PRP (Partido Republicano Português) que foi fundado em 1876, pela Maçonaria e pela Carbonária.
Na manhã de 5 de Outubro de 1910 os revoltosos proclamaram a Republica da varanda da câmara municipal de Lisboa. No mesmo dia a família real fugiu do pais e foram para a Inglaterra. Assim os revoltosos, uma vez no poder criaram um Governo Provisório, que era presidido por Teófilo Braga, para dirigir o país, enquanto não fosse eleito o primeiro presidente da Republica.
Assim foi a queda da Monarquia em Portugal.

Avelino Rodrigues